Golpista preso por vender carta de crédito falsa pedia adiantamento de até R$ 4 mil às vítimas, diz delegado

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Golpista preso por vender carta de crédito falsa pedia adiantamento de até R$ 4 mil às vítimas, diz delegado

Homem é investigado pela polícia desde 2022 e tinha um parceiro que foi preso em março. Golpes eram aplicados a partir de anúncios de veículos nas redes sociais.


Homem é preso por vender carta de crédito falsa — Foto: Divulgação/PCTO

Um homem de 30 anos foi preso nesta terça-feira (9), em Palmas, suspeito de aplicar golpes usando falsas cartas de crédito contempladas. Segundo a Polícia Civil, ele tinha um parceiro que foi preso em março deste ano. A dupla publicava anúncios de veículos em plataformas e prometia a contemplação imediata caso a vítima desse um ‘pequeno sinal’, em dinheiro, com valores que variavam entre R$ 1 mil a R$ 4 mil.

“Eles faziam uma avaliação prévia da capacidade econômica da vítima de forma a saber quanto conseguiriam pedir nesse ‘sinal’. A vítima dá um sinal e eles dizem que ela tem que esperar por alguns dias. Depois disso eles sempre dizem que o veículo que a vítima se interessou não foi aprovado pela administradora do consórcio. Em suma, eles passam a enrolar as vítimas enquanto for possível”, explicou o delegado responsável pelo caso, Gregory Almeida.

O homem preso nesta terça é investigado desde 2022 por vários crimes de estelionato. As denúncias eram feitas a partir do momento em que as vítimas suspeitavam do golpe.

Conforme o delegado, os suspeitos alugavam salas comerciais e contratavam vendedores, que na maioria dos casos não sabiam que o serviço se tratava de um golpe. Quando a empresa era denunciada, eles abandonavam o escritório e se mudavam para outro lugar, deixando os funcionários com os problemas.

O segundo suspeito, de 34 anos, foi preso no dia 5 de março, em Santarém (PA). Os nomes dos dois homens não foram divulgados, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa.

Eles foram encaminhados para unidades prisionais e se encontram à disposição do Poder Judiciário Tocantinense. Ainda segundo a polícia, ambos foram denunciados pelo Ministério Público e respondem a processo criminal.

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