41 pessoas morreram na Itália da febre do Nilo Ocidental.

No Brasil, quatro casos da doença foram confirmados pelo Ministério da Saúde este ano.
A febre do Nilo Ocidental é uma infecção transmitida pela picada de mosquitos que se contaminam ao picar aves silvestres infectadas.
O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças divulgou nesta sexta que estão mapeadas 161 áreas afetadas em 15 países do continente.
A Itália, que concentra 41 mortes, também registra o maior volume de casos, mais de 590.
Grécia e Espanha também tiveram centenas de confirmações da febre do Nilo Ocidental.
No Brasil, a doença é considerada rara quando comparada a infecções como dengue, zika e chikungunya.
Até agora, quatro casos foram confirmados no país em 2026, dois em São Paulo e dois em Santa Catarina, onde uma idosa de 77 anos faleceu.
O primeiro registro em território nacional foi em 2014, no Piauí.
A maioria das pessoas contaminadas não desenvolve sintomas ou apresenta apenas reações leves.
Quando se manifestam, os sinais incluem febre repentina, dores, vômitos e manchas na pele.
Não existe uma vacina nem medicamento específico.
A recomendação é usar repelente, instalar telas e monitorar e evitar os pernilongos.
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