Lavrador suspeito de matar esposa a tiros diz ter agido por

0
157
lavrador-suspeito-de-matar-esposa-a-tiros-diz-ter-agido-por
Lavrador suspeito de matar esposa a tiros diz ter agido por

A sentença foi assinada pela juíza Aline Marinho Bailão Iglesias, da 1ª Escrivania Criminal de Novo Acordo. Ela defende que o caso possui indícios suficientes para que o caso seja julgado pelos jurados. A defesa do réu disse que respeita a decisão, mas vai recorrer. (Veja nota completa abaixo)

No dia do crime José e a esposa, Elsimar Fernandes Araújo de 36 anos, tinham saído para beber. A denúncia feita pelo Ministério Público, diz que depois de um tempo a mulher sentiu falta de ar e foi ao hospital.

O marido então teria procurado a esposa e por não ter encontrado, teria ficado enfurecido. Quando voltou para casa, o suspeito expulsou a enteada, Laurivania Fernandes, de casa e disse que mataria a esposa.

Ao voltar do hospital a esposa e o marido começaram a discutir, momento em que José sacou a arma. Segundo o documento, Elismar morreu com três tiros, sendo que dois foram pelas costas e um na cabeça que ela levou quando estava caída ao chão.

José Milton também tentou atirar na enteada, mas ela conseguiu fugir.

O lavrador ficou preso de junho até setembro de 2023, quando teve a liberdade provisória concedida pela Justiça. Na época o MP recorreu contra a decisão de soltura e o Tribunal de Justiça determinou novamente a prisão preventiva do lavrador, que foi cumprida no dia 1º de fevereiro deste ano. O suspeito se apresentou à Polícia Civil em Miracema.

Segundo a Justiça, a defesa do réu ainda pode recorrer ao Tribunal para evitar o julgamento popular.

O que diz a defesa

Vejo e respeito a decisão da juíza, mas discordo. Acho que não é dessa forma. Como todos têm direito a defesa ela será feita da melhor forma possível e eu entendo que a disparidade, ou a diferença daquilo que eu penso, é porque não poderia ter sido feita a pronúncia conforme o Ministério Público apresentou na sua acusação.

Há uma discrepância entre as provas trazidas aos autos. Durante a perseguição penal foi demonstrado que as coisas aconteceram não da forma que está ali denunciado e não foi do jeito que está sendo trazido ali na peça de sentença.

Advogado Rildo Caetano de Almeida.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui