Petróleo volta a disparar com ataque dos EUA ao Irã e mais ameaças de Trump

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Petróleo volta a disparar com ataque dos EUA ao Irã e mais ameaças de Trump

Os preços do petróleo voltaram a escalar desde o fim de semana, com o retorno dos ataques dos Estados Unidos ao Irã. Após recuar para próximo de US$ 70 no fim de junho, com o memorando de entendimentos firmado entre os dois países para um possível fim do conflito, o barril do Brent voltou a superar US$ 80. E com novas ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aproximou-se de US$ 90 na 3ª feira (14/7), mas cedeu após mais um recuo do “agente laranja”.

Não bastasse ordenar novos ataques ao território iraniano, Trump anunciou que os EUA cobrariam um “pedágio” de 20% sobre produtos transportados pelo Estreito de Ormuz, informa a CNN Brasil. Foi o suficiente para causar um rebuliço no mercado internacional de petróleo e a felicidade dos especuladores, com o barril do Brent chegando a US$ 87.

Mas o “agente laranja” desistiu do “pedágio”, segundo o Valor. Em troca, substituiu a cobrança por “acordos de comércio e investimentos que os diversos países do Golfo farão nos Estados Unidos”, disse Trump em sua rede social. Até quando isso valerá, não se sabe.

No entanto, o novo recuo de Trump acalmou um pouco os ânimos. O Brent fechou a sessão cotado a US$ 84,73 por barril, uma alta de 1,72%. Já o WTI, referência dos EUA, teve alta de 1,54%, a US$ 79,34 por barril, detalha o Valor.

Se voltou atrás no pedágio, o “agente laranja” manteve a decisão de bloquear Ormuz, o que o Irã também anunciou estar fazendo. O bloqueio naval estadunidense mira embarcações em trânsito com origem e destino a portos e áreas costeiras iranianas. O comando dos EUA informou que, atualmente, há mais de 20 navios de guerra da Marinha do país e centenas de aeronaves militares operando em todo o Oriente Médio, relata o UOL.

Vero Notícias, CBN, UOL, Estadão, Valor e Estadão  também noticiaram a escalada do petróleo com as novas idas e vindas de Trump e a guerra no Oriente Médio.