Com 202 mortes confirmadas em seis estados, Helene se torna o furacão mais mortal a atingir o território continental dos EUA desde Katrina, em 2005

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Com 202 mortes confirmadas em seis estados, Helene se torna o furacão mais mortal a atingir o território continental dos EUA desde Katrina, em 2005

Desastres climáticos que causaram prejuízos de bilhões de dólares atingiram todas as regiões dos EUA nos últimos cinco anos.

Os meteorologistas alertaram por dias que o furacão Helene provavelmente causaria uma devastação generalizada. Mas, quando a poderosa tempestade atingiu a Flórida e atravessou o sudeste dos Estados Unidos na semana passada, matando mais de 200 pessoas em seis estados até o momento e deixando comunidades inteiras isoladas, ainda conseguiu ser um choque. Isso o torna o furacão mais mortal a atingir o território continental dos EUA desde o furacão Katrina em 2005, informa a CNN.

Helene também está prestes a ser uma das tempestades mais caras da história dos EUA, com danos de até US$ 250 bilhões, segundo a previsão comercial da AccuWeather. Chuck Watson, modelador de desastres da Enki Research, estima que as perdas econômicas diretas ficarão entre US$ 30 bilhões e US$ 35 bilhões.

Desastres climáticos que causaram prejuízos de bilhões de dólares atingiram todas as regiões dos EUA nos últimos cinco anos, destaca a Bloomberg, e são agora mais frequentes e intensos. O calor acima da média está carregando a atmosfera com mais água e energia, o que alimenta eventos cada vez mais violentos. Tempestades destrutivas, secas, inundações e incêndios florestais estão atingindo comunidades onde milhões de pessoas vivem, com casas e pertences cada vez mais valiosos – e, assim, com perdas financeiras crescentes.

Guardian, USA Today, NBC, New York Times, BBC e Reuters atualizaram os números trágicos da passagem de Helene pelo sudeste estadunidense.

Em tempo: Mais um evento climático extremo ameaça os EUA. O furacão Kirk era um furacão de categoria 4 na 5ª feira (3/10), e as ondas geradas pelo sistema poderiam causar condições de ressaca e correntes de retorno ameaçadoras ao longo da costa leste do país, bem como em Bermuda, nas Grandes Antilhas e nas Bahamas, segundo meteorologistas ouvidos pela AP. Kirk estava no centro do Oceano Atlântico e pode se intensificar ainda mais nos próximos dias, mas espera-se que permaneça afastado da terra firme, informou o Centro Nacional de Furacões dos EUA. Ondas geradas pelo furacão eram esperadas para atingir partes das Ilhas Leeward hoje, Bermuda e as Grandes Antilhas no sábado, e a costa leste dos EUA e as Bahamas no domingo, de acordo com o centro. CBS, New York Times, Forbes e Time também atualizaram informações sobre Kirk.

ClimaInfo, 4 de outubro de 2024.

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