Caso investigado pelo conselho de disciplina da PM aconteceu em janeiro de 2020. Vítima procurou corporação para relatar furto de dinheiro.
Quartel de Comando Geral (QCG) da Polícia Militar do Tocantins em Palmas — Foto: Divulgação/Polícia Militar
O g1 não conseguiu contato com a defesa do subtenente. A decisão é administrativa e ele poderá recorrer.
O crime aconteceu no dia 18 de janeiro de 2020. Na época, a PM informou que depois de uma abordagem na TO-222, em Araguaína, uma vítima procurou o comandante para informar que o dinheiro havia sumido. Ao ser questionado, o subtenente confessou que teria furtado o dinheiro. A quantia foi encontrada perto do local da abordagem ao veículo da vítima.
O militar chegou a ser preso na época e teve a prisão preventiva decretada. De acordo com a PM, o militar ficou preso por cerca de dois meses e conseguiu na justiça o direito de responder em liberdade. Foram instaurados Inquérito Policial Militar e Sindicância Disciplinar. Destes, originou-se um Conselho de Disciplina, já concluso e o Inquérito Policial Militar ainda permanece em andamento.
O subtenente ainda apresentou requerimento de Reforma, já que estava de atestado médico por mais de dois anos, mas acabou sendo excluído do serviço ativo da corporação.
O militar era concursado e estava na PM desde maio de 1993. No portal da transparência do Governo do Estado, o nome dele aparece como inativo – na reserva -, e recebendo pelo Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev).
A pena de demissão foi aplicada pelo comando-geral da PM, conforme decisão do conselho de disciplina instaurado. Conforme a PM, o servidor pode entrar com recurso junto ao chefe do poder executivo para tentar reverter a decisão.




