Mulher agredida pelo ex-marido tem pulso quebrado e fala sobre trauma:

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Mulher agredida pelo ex-marido tem pulso quebrado e fala sobre trauma:

Uma mulher, que preferiu não se identificar, teve o pulso quebrado após ser agredida pelo ex-marido. Ela contou em uma entrevista a TV Anhanguera que durante as agressões o ex-companheiro ainda teria atirado contra as pessoas que tentavam a ajudar.

“Minha mãe me puxava, ele me puxava. Nessa agressão toda o meu corpo ficou machucado que fraturou meu pulso. Ele conseguiu me tirar para fora [de casa]. Eu queria tentar acalmar ele porque eu sabia que a polícia ia vir. Eu já sabia que os vizinhos estavam escutando o barulho. O primeiro disparo foi para o meu rumo, quando eu me joguei no chão. No que eu me joguei no chão ele esqueceu de mim”, contou a vítima.

Mulher conta caso de agressão que sofreu do ex-marido — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Caso aconteceu nesta última sexta-feira (1º). A mulher ainda contou que o ex-marido teria dado ao menos 10 tiros. Ninguém foi atingido. “Ele deu o primeiro disparo para o rumo do portão e daí ele começou a atirar nos meninos. Foram vários tiros. Muitos tiros.”

A mulher chegou a procurar a polícia, fez um boletim de ocorrência e conseguiu uma medida protetiva. A vítima e o ex-marido tiveram um relacionamento de oito meses, mas as agressões ficarão na memória por um longo tempo. “Muito medo para mim. A minha vida tá destruída.”, contou a vítima.

No Tocantins, foram registrados 12.033 casos de violência doméstica entre janeiro a 5 de dezembro deste ano. Os dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP) também mostram que nesse mesmo período, na capital foram contabilizados 3.391 boletins de ocorrência relacionados a Lei Maria da Penha. Já em Araguaína foram 1.895 e Porto Nacional 668.

Casos de violência contra a mulher no Tocantins

Mulher foi agredida pelo ex-marido em Colméia — Foto: Reprodução

Em Rio Sono a casa de mulher foi incendiada no dia 4 deste mês após o ex-esposo não aceitar o fim do relacionamento e por ciúmes da vítima.

O major da Polícia Militar, Marcos Morais, destaca que a denúncia é um passo importante para que as vítimas recebam o apoio necessário.

“A partir do momento que o caso de violência chega ao conhecimento da autoridade policial o delegado vai solicitar a medida protetiva de urgência para proteger ela. Esses órgãos que compõe a rede de proteção a mulher estão envolvidos nesse processo desenvolvendo as suas atividades, trocando informações trazendo visibiliddade a causa e informações as mulheres que precisam desse apoio”.

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